Mostrando postagens com marcador Fazenda Lawrence. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fazenda Lawrence. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Gestor visita sede do Aquiflora e parceiros para avaliação do Projeto

Elias Miguel, Luis Flávio e José Salim em visita à Fazenda Lawrence

Entre os dias 25 e 27 de agosto, o gestor de Programas Ambientais da Petrobras Luis Flávio Magalhães, veio ao Rio Grande do Norte avaliar o desenvolvimento das atividades dos projetos patrocinados pela estatal, entre eles, o Aquiflora.
Na Larvi, a equipe avaliou o trabalho de reprodução do camarão Pitu
Na ocasião, o gestor visitou a Larvi, laboratório em Macau onde o Camarão Pitu é reproduzido, a Fazenda Lawrence, onde os camarões e os peixes nativos são desenvolvidos e o escritório central do Projeto, em Natal, para uma reunião com a equipe.
Na sede do Aquiflora, o gestor se reuniu com a equipe do Projeto para avaliação geral das atividades

sábado, 15 de março de 2014

Obras avançam no futuro laboratório para estudo de espécies nativas do projeto Aquiflora Petrobras Ambiental


Elias Miguel (aquicultura Lawrence) e Anísio Neto (biólogo consultor Aquiflora / Larvi) visitam obras do laboratório 


Brevemente o projeto Aquiflora irá dispor de um moderno laboratório para estudos de espécies nativas da fauna aquatica nativa sertaneja. As obras estão em execução na área da fazenda de aquicultura Lawrence, no município de Brejinho/RN, distante 48km de Natal. Confira algumas imagens da construção. 





















quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Técnicos selecionam pitus para plantel de matrizes e reprodutores

Seleção foi feita na Fazenda Lawrence
A equipe do Projeto Aquiflora realizou uma nova seleção de Pitus juvenis e adultos para o plantel de matrizes e reprodutores da Larvi Aquicultura, o laboratório parceiro do Projeto para o desenvolvimento do carcino em cativeiro. A medida e a pesagem dos animais foram realizadas no último dia 23, na Fazenda Lawrence, onde estão localizados os viveiros para crescimento do camarão.


Foram analisados 67 animais e os maiores, com peso médio de 40g e cerca de 14,5cm foram transportados para o município de Macau, sede do laboratório Larvi. Lá eles serão utilizados para a reprodução de novas larvas do camarão. A indução da reprodução do carcino em laboratório tem como objetivo auxiliar na reposição dos estoques naturais do animal em rios e açudes do sertão. 

domingo, 19 de janeiro de 2014

Aquiflora estimula com sucesso desova de espécies nativas de peixes do sertão potiguar em cativeiro

Engenheiro Odilon Araújo coordena seleção de
machos e fêmeas matrizes para reprodução
Às 5h da manhã do último sábado (18/1) o clima era de muita expectativa na fazenda de produção de alevinos Lawrence, em Brejinho - município distante 48km de Natal. Acompanhado pela equipe do local e do gerente Elias Miguel, o engenheiro de pesca e pesquisador Odilon Araújo aguardava ansiosamente os primeiros sinais de perseguição de um macho às fêmeas de Curimatã (Prochilodus cearencis) colocados em um dos tanques da estação. É o sinal de que os animais estão prontos. Minutos depois, a movimentação começa. Então, gentilmente, a equipe recolhe e extrai mais de 200 mil ovos de cada uma das quatro fêmeas.

Na sequência, é a vez da retirada do sêmem do macho. Misturados os fluidos, é possível observar quase que instantâneamene a fecundação. O processo é repetido no tanque dos Piaus (Leporinus piau), também com sucesso. A partir daí, comemoração geral. A sistematização do processo vai garantir o povoamento da barragem de Umari e outros pequenos reservatórios do RN com espécies nativas que entraram em processo de desaparecimento devido à pesca desordenada.

O processo para estimulação de desova em cativeiro leva pelo menos cinco dias. Primeiro, um macho saudável e algumas fêmeas são recolhidas da natureza e levadas para viveiros. Depois de ovadas as fêmeas são 'aclimatadas' em tanques menores juntas com os machos, que estão prontos para fecundar a qualquer momento. A partir daí, começa o estimulo à desova com a injeção de extratos de hipófise - glândula extraída de peixe e comercializada que tem a função de estimular outras glândulas, inclusive aquelas ligadas à reprodução, como é o caso. São três injeções com intervalo de 9 horas. Depois, é só esperar os sinais de que o macho pretende inseminar. Agitado, ele começa a dar voltas nas fêmeas. Aí é a hora de retirar os ovos manualmente para facilitar e melhoras as chances de sobrevivência no processo.

Equipe extrai ovos de uma fêmea de piau. É importante frisar que o animal não sofre ferimentos no processo. 


Elias Miguel, diretor da Pisc. Lawrence
Devidamente extraídos, os ovos são misturados ao sêmem do macho e recebem uma solução de soro fisiológico. Depois, vão para a água onde rapidamente mostram sinais de que a fecundação foi bem sucedida e vão para as 'incubadoras'. Dentro de 60 a 90 dias estarão prontos para a soltura em ambiente natural. "É um processo trabalhoso e que requer minúcia. Qualquer falha, pode ocasionar a perda dos ovos. Tivemos pleno sucesso nessa etapa e esperamos uma excelente sobrevivência", disse o engenheiro de pesca Odilon Araújo.

De acordo com o diretor da Piscicultura Lawrence, os tanques que receberam os alevinos para crescimento foram tratados de forma diferenciada. Por se tratarem de espécies diferente daquelas desenvolvidas 100% em cativeiro, os piaus e curimatãs não aceitam ração: "Por isso precisamos antes adubar os tanques, para que eles possam se alimentar da própria matéria orgânica", explicou Elias Miguel.

Por: Riccardo Carvalho - Jornalista profissional - MTE: 1.616 SRTE/RN

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Técnicos analisam crescimento de pitus na Fazenda Lawrence


Técnicos avaliaram peso e tamanho dos animais
Aproximadamente 2,7 mil pitus juvenis que estão sendo cultivados na Fazenda Lawrence, parceira do Aquiflora, foram avaliados pela equipe técnica do Projeto. A análise, que inclui pesagem, medida e seleção de matrizes e reprodutores do crustáceo, faz parte do trabalho da equipe que acompanha o desenvolvimento do camarão em cativeiro para posterior reposição dos estoques na natureza. A biometria foi realizada nessa terça-feira (7), após a despesca de quatro viveiros.

Os animais analisados têm portes de juvenil a adulto e foram classificados em pequenos, com peso entre 8g e 10g (1,7 mil unidades); médios, com variação entre 10g e 20g (cerca de 700 unidades); e grandes, com até 35g (300 unidades). Entre os que tiveram melhor desenvolvimento, foram selecionados 15 machos e 16 fêmeas adultas. Destas, seis já ovadas, para manutenção do plantel da Larvi, o laboratório que fornece pós-larvas do camarão para o Projeto Aquiflora.


Os demais pitus foram repostos nos viveiros para crescimento. No dia 15 deste mês, será realizada a despesca de outro viveiro. Este, com mil pitus, foi povoado com pós-larvas de aproximadamente 0,5g há três meses. No dia 23, seis mil novas pós-larvas serão recebidas na fazenda. Cerca de 1,5 mil serão cultivadas para soltura no Rio do Carmo, em Upanema. 

Os pitus menores permanecerão nos viveiros até que possam ser selecionados para o plantel ou repovoamento

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Gestor de Programas Ambientais da Petrobras avalia atividades do Projeto Aquiflora



Flávio Magalhães visitou a Fazenda Lawrence, parceira do Aquiflora

O Projeto Aquiflora recebeu a visita do Gestor de Programas Ambientais da Petrobras, Flávio Magalhães. Na ocasião, o representante da patrocinadora do Projeto reuniu-se com toda a equipe do Aquiflora e conheceu a Fazenda Lawrence, onde são realizados experimentos para o crescimento do camarão Pitu em cativeiro. A visita foi realizada nos dias 24 e 25 de setembro. 

O objetivo da visita do gestor foi ver de perto como o trabalho do Aquiflora está sendo desenvolvido e se as metas previstas a para recuperação de áreas degradadas no sertão potiguar e a produção do camarão Pitu para a reposição em açudes da região estão sendo cumpridas. 

“Da outra vez que eu estive aqui, vi que as condições para se criar o Pitu lá em Upanema eram quase impossíveis. Aí o Projeto foi criando essa alternativa com a Fazenda Lawrence para desenvolver o Pitu e depois colocar nessas áreas onde ele está em perigo de extinção e eu achei muito boa a iniciativa.”, afirmou.  

Áreas que estão sendo reflorestadas também foram apresentadas ao gestor
A avaliação do gestor em relação ao programa de reflorestamento do Aquiflora também foi positiva. “Em termo de Flora, o Projeto tem caminhado da forma que foi previsto. Estão sendo reflorestadas determinadas áreas, não tudo por causa da própria seca, mas a previsão é que ainda se aumente isso. Ou seja, o objetivo principal do Projeto que é a recuperação de fauna e flora sertanejas está sendo cumprido”, disse. 


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Novo lote de camarão Pitu terá desenvolvimento monitorado pelo Aquiflora

Laboratório parceiro enviou mil exemplares de pós-larvas do animal, que receberão alimentação especial durante 60 dias e serão observadas por técnicos do Projeto.

José Salim leva as pós-larvas de Pitu para as caixas onde os animais permanecerão por 60 dias

O Projeto Aquiflora recebeu da Larvi Aquicultura Ltda o terceiro lote de pós-larvas do Camarão Pitu para crescimento no Núcleo de Reprodução do Pitu na Fazenda Lawrence, em Brejinho/RN. O envio de mil exemplares do animal, com 15 dias de nascidos e média de 1 cm de comprimento foi realizado nessa quinta-feira (18).

Pitus receberão alimentação especial
As pós-larvas do animal foram distribuídas em nove caixas de 2 mil litros e passarão 60 dias submetidos a uma dieta especial que inclui artêmia e ração de camarão. O experimento tem a finalidade de avaliar qual a melhor formulação alimentar, utilizando produtos ofertados no mercado especializado.

De acordo com o professor José Salim, coordenador do Projeto, a dificuldade em conhecer o melhor tipo de alimentação para o carcino se dá porque os pitus são camarões selvagens, ainda no início do processo de domesticação. Vale lembrar que o trabalho do Aquiflora para tal, tem como objetivo alcançar a garantia do ciclo completo de reprodução do pitu de forma controlada em laboratório e a nutrição é um fator importante a ser definido.

O experimento é orientado e supervisionado pela professora Karina Ribeiro, que é estudiosa do Pitu, pesquisadora e docente do Curso de Aquicultura da Escola Agrícola de Jundiaí, vinculada à UFRN. 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Ajudando a replantar um bioma

Transporte de mudas do Parque das Dunas para a Fazenda Lawrence

A busca por um lugar mais sustentável, onde todas as espécies convivem em perfeita harmonia é um sonho de muita gente e que pode ser construído aos pouquinhos. E nesta semana dedicada a Mata Atlântica, o Aquiflora fez um levantamento sobre a colaboração que tem dado para a recuperação da nossa flora, já que um de seus objetivos é ajudar a recuperar áreas degradadas desse bioma, no Rio Grande do Norte.