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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Aquiflora promove soltura de Pitus no Rio do Carmo

Soltura de pitus foi realizada em Upanema
O projeto Aquiflora promoveu mais uma soltura de pós-larva de camarão Pitu no Rio do Carmo, em Upanema. A ação foi realizada nessa quinta-feira (12) e contou com a participação de professores, estudantes, pescadores e outros moradores do município. Foram soltos 3,5 mil pituzinhos em sete pontos do Rio.
 
A ação faz parte do Programa de Reposição do Pitu em seu habitat para recuperação dos estoques nos mananciais da região. O trabalho é desenvolvido em parceria com a Larvi Aquicultura Ltda, fornecedora das pós-larvas, e as Colônias de Pescadores de Upanema e Campo Grande.

Outras solturas do carcino já foram promovidas pelo Projeto no Rio do Carmo este ano, resultando na distribuição de 4,5 mil unidades do animal na região. "Os números são ainda pequenos, mas os passos dados neste ano, na tecnologia reprodutiva do pitu foram grandes e animadores para estabelecer uma frequência de soltura e acelerar o programa de reposição”, avaliou o coordenador do Aquiflora, José Salim.

Estudantes da rede de ensino local participam da ação
 
José Salim (à direita) fala sobre os números alcançados pelo Projeto este ano
 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Novo lote de camarão Pitu terá desenvolvimento monitorado pelo Aquiflora

Laboratório parceiro enviou mil exemplares de pós-larvas do animal, que receberão alimentação especial durante 60 dias e serão observadas por técnicos do Projeto.

José Salim leva as pós-larvas de Pitu para as caixas onde os animais permanecerão por 60 dias

O Projeto Aquiflora recebeu da Larvi Aquicultura Ltda o terceiro lote de pós-larvas do Camarão Pitu para crescimento no Núcleo de Reprodução do Pitu na Fazenda Lawrence, em Brejinho/RN. O envio de mil exemplares do animal, com 15 dias de nascidos e média de 1 cm de comprimento foi realizado nessa quinta-feira (18).

Pitus receberão alimentação especial
As pós-larvas do animal foram distribuídas em nove caixas de 2 mil litros e passarão 60 dias submetidos a uma dieta especial que inclui artêmia e ração de camarão. O experimento tem a finalidade de avaliar qual a melhor formulação alimentar, utilizando produtos ofertados no mercado especializado.

De acordo com o professor José Salim, coordenador do Projeto, a dificuldade em conhecer o melhor tipo de alimentação para o carcino se dá porque os pitus são camarões selvagens, ainda no início do processo de domesticação. Vale lembrar que o trabalho do Aquiflora para tal, tem como objetivo alcançar a garantia do ciclo completo de reprodução do pitu de forma controlada em laboratório e a nutrição é um fator importante a ser definido.

O experimento é orientado e supervisionado pela professora Karina Ribeiro, que é estudiosa do Pitu, pesquisadora e docente do Curso de Aquicultura da Escola Agrícola de Jundiaí, vinculada à UFRN.