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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Aquiflora promove nova soltura de camarão pitu em Upanema

José Francisco, Eny Souto, Wallace Vale, Pedro Braga e Maize Pinheiro participaram da ação
Nesta quarta-feira (13) o Projeto Aquiflora promoveu mais uma soltura de camarão pitu em Upanema. Foram distribuídas 1.395 pós-larvas do animal em cinco pontos do Rio do Carmo. Participaram da ação, a equipe técnica do Aquiflora, colaboradores do Projeto no município  e o representante do laboratório Larvi Pedro Braga.
Pós-larvas tinham comprimento e peso médio de 1,36cm e de 0,042g respectivamente 

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Pesquisadora quer repetir no México os mecanismos de reprodução do Pitu da Larvi e Aquiflora

Rosa Martha (no centro) conheceu o trabalho feito na Fazenda Lawrence
 Nesta quarta-feira (30), o Projeto Aquiflora recebeu a visita de Rosa Martha, diretora do departamento de Ciências Biológicas da Universidad Juárez Autónoma de Tabasco (UJAC), México. A pesquisadora veio ao Rio Grande do Norte conhecer o trabalho desenvolvido pela Larvi, Aquiflora e parceiros na reprodução do Camarão Pitu em laboratório.

A pesquisadora foi apresentada ao Núcleo de Reprodução do Camarão Pitu, localizado na Fazenda Lawrence, em Brejinho, acompanhada de Jaqueline Medeiros, líder da equipe Larvi Aquicultura Ltda. Esta é a empresa parceira do Aquiflora e detentora do ciclo completo de reprodução do carcino em laboratório.
Parceria entre UJAC e Aquiflora  foi discutida durante a visita

Após conhecer as instalações do Núcleo, onde os animais se desenvolvem até a idade adulta, a pesquisadora descreveu o interesse no trabalho da Larvi e Aquiflora. Segundo Rosa Martha, há problemas parecidos em Tabasco, pois a Pigua – que é o nome dado ao Pitu no México - também está sob ameaça de extinção em seu país. "A Universidade quer contribuir com a preservação da espécie e há interesse em estabelecermos os mecanismos de reprodução em cativeiro a partir da colaboração do Projeto, com uma troca de tecnologia. Essa visita, sem dúvida ajudará significativamente no trabalho que estamos desenvolvendo lá", disse.

Rosa Martha também ressaltou que a pesquisa com o carcino é um dos principais projetos de sua Universidade, e que tem sido promovido “com empenho direto do reitor que quer desenvolver um pacote tecnológico de cultivo do camarão e repassa-lo ao setor privado, gerador de renda especialmente para pequenos aquicultores”.
Trabalho explicado por pesquisadores da Larvi poderá ser desenvolvida no México

Outro detalhe comentado pela pesquisadora foi a participação da Petrobras no apoio direto aos estudos do camarão pitu no projeto Aquiflora, o que para ela  “chamou atenção pela forma como se dá o patrocínio através de procedimentos desburocratizados e do acompanhamento de perto da execução do projeto”.

Ao final da visita, Rosa Martha afirmou que discutirá a experiência do Aquiflora com o reitor da UJAC para que seja celebrado um convênio de cooperação técnica com o Aquiflora e a Larvi e para que o projeto de reprodução da espécie seja apresentado a uma empresa semelhante à Petrobras no México, que é a Pemex.

Equipe Aquiflora/Lawrence/Larvi e Rosa Martha, representante da UJAC (camiseta laranja)


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Aquiflora comemora semana do meio ambiente com soltura de Pitus

Para comemorar a Semana do Meio Ambiente este ano, o Aquiflora promoveu mais uma soltura do Camarão Pitu no sertão. As atividades ocorreram nesta segunda-feira (2) nas comunidades Caiana, em Campo Grande; Carão e os sítios Bom Jesus e Conceição, no município de Upanema. 
Os animais foram soltos em seis diferentes pontos entre Upanema e Campo Grande

Foram distribuídos 800 exemplares de animais reproduzidos pelo Projeto e os parceiros Fazenda Lawrence e Laboratório de Larvicultura Ltda (Larvi).
Pescadores e voluntários da comunidade participaram da ação
Os pitus distribuídos nos açudes têm cerca de 3cm e pesam em torno de 0,36g, cada, ainda são considerados pós-larva do carcino. O objetivo é que eles cresçam e possam se reproduzir em seu habitat natural a fim de repovoar os locais com a espécie.
Pós-larva de Pitu depositada na comunidade Caiana, em Campo Grande
A ação faz parte do programa de reposição de espécies aquáticas em risco de extinção  e contou com a participação de estudantes do programa Mais Natureza – ação que também é desenvolvida pelo Aquiflora em parceria com escolas do município de Upanema ; pescadores e comunidade local. 
Estudantes do Mais Natureza também participaram da soltura de Pitus em Upanema

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Técnicos selecionam novas matrizes de Camarão Pitu

Seleção de matrizes foi realizada nesta sexta-feira (30)
Uma nova seleção de matrizes e reprodutores do camarão Pitu foi realizada nesta sexta-feira (30) pela equipe técnica do Projeto Aquiflora. Foram selecionados 67 animais, dos quais 44 machos e 23 fêmeas, cultivadas na Fazenda Lawrence. As fêmeas foram encaminhadas para o laboratório da Larvi Aquicultura e Projetos Ltda, localizada em Barreias, município de Macau,  para a produção de novas pós-larvas do M. carcino.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Técnicos pesquisam ocorrência do camarão Pitu em açudes do Sertão

Pesquisa está sendo realizada em açudes do Sertão
O Projeto Aquiflora realizou uma pesquisa sobre a ocorrência do camarão Pitu no município de Campo Grande. A ação, promovida no período de 12 a 22 deste mês, aconteceu no açude Segundo Holanda, comunidade de Caiana de Baixo, e contou com a participação de pescadores locais.

O estudo começou com a colocação de covos ao longo do açude, e despesca no dia seguinte para verificação das capturas.  De acordo com o coordenador do Projeto, José Salim, os resultados foram negativos para a presença de pitu.  “Apesar de não encontrarmos Pitus, foram capturados camarões pequenos, comuns em rios e açudes da região. Segundo os especialistas, trata-se do Macrobrachium amazonicum, que é uma espécie nativa da região Norte do país e foi introduzida no sertão para servir de ração natural para peixes”.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Técnicos selecionam pitus para plantel de matrizes e reprodutores

Seleção foi feita na Fazenda Lawrence
A equipe do Projeto Aquiflora realizou uma nova seleção de Pitus juvenis e adultos para o plantel de matrizes e reprodutores da Larvi Aquicultura, o laboratório parceiro do Projeto para o desenvolvimento do carcino em cativeiro. A medida e a pesagem dos animais foram realizadas no último dia 23, na Fazenda Lawrence, onde estão localizados os viveiros para crescimento do camarão.


Foram analisados 67 animais e os maiores, com peso médio de 40g e cerca de 14,5cm foram transportados para o município de Macau, sede do laboratório Larvi. Lá eles serão utilizados para a reprodução de novas larvas do camarão. A indução da reprodução do carcino em laboratório tem como objetivo auxiliar na reposição dos estoques naturais do animal em rios e açudes do sertão. 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Técnicos parceiros do projeto Aquiflora recolhem matrizes do camarão Pitu para reprodução em cativeiro

Pedro Custódio (à direita), da Larvi, no transporte do Pitu
Técnicos da Larvi, empresa parceira do projeto Aquiflora, recolheram nesta quarta-feira (15/1) na fazenda de piscicultura Lawrence, no município de Brejinho, mais 14 fêmeas do camarão Pitu (Macrobrachium Carcinus). Rigorosamente selecionadas, elas farão parte do grupo de matrizes reprodutoras que estão ajudando a repovoar a barragem de Umari, na Bacia do Rio Carmo - Oeste do Rio Grande do Norte. A espécie, em extinção, é um dos principais focos entre as metas do projeto que leva do selo Petrobras Ambiental.

O domínio das técnicas de manejo visando maior sobrevivência até o estágio de soltura do Pitu em ambiente natural é considerado um grande avanço para a equipe. No Nordeste, há registro de poucas tentativas nesse sentido - a maioria delas acabou sendo descontinuada ou perdeu força nos últimos anos, explica Anísio Neto, consultor em tecnologia de Aquacultura: "Hoje temos um modelo que já pode ser repetido em produções equilibradas, mas essa ainda é uma espécie pouco estudada e que ainda carece de muitos testes e experimentos para que possamos ter resultados mais expressivos".

Clique aqui e confira flashes da entrevista com os técnicos

Os testes de desenvolvimento da pós-larva em cativeiro estão sendo feitos no Centro de Piscicultura Lawrence, em Brejinho. A empresa é parceira de longa data da Agência Brasileira de Desenvolvimento Sócio-Ambiental (ABDA), que executa o Projeto Aquiflora. O local irá receber em pouco tempo laboratório e novos equipamentos voltados não só para o desenvolvimento do Macrobrachium carcinus, como também de espécies nativas de peixes do sertão que estão desaparecendo, como o Piau, curimatã, traíra e Acará-Açu.

Da esqueda para a direita, Elias Miguel (Diretor da Piscicultura Lawrence), Anísio Neto (Biólogo, Consultor da Larvi), Odilon Araújo (Engenheiro de Pesca, consultor da Larvi) e  José Salim (Coordenador geral do projeto Aquiflora) discutem projeto de laboratório para espécies nativas


A empolgação da equipe envolvida com os estudos do Pitu é visível, e os motivos são claros. Altamente territorial, predatória e até canibal, a espécie chegou a ser desacreditada algumas vezes para reprodução em cativeiro. Soma-se a isso, o fato do ciclo reprodutivo dessa espécie de camarão necessitar de diferentes níveis de salinidade, processo dominado em laboratório: "Foi complicado, mas achamos os parceiros certos e estamos cumprindo nossos objetivos", afirma o coordenador do Aquiflora, José Salim. "Já trabalhamos juntos há alguns anos e é uma parceria sempre produtiva, com resultados interessantes para todos", explica o diretor da Piscicultura Lawrence, Elias Miguel.

De acordo com o engenheiro de pesca da Larvi Aquacultura, Pedro Custódio, o grande desafio já foi vencido: "Já havíamos tentado reproduzir o Pitu em cativeiro com algumas experiências frustradas, quando a sobrevivência era muito pequena e nem se chegava ao estágio da pós-larva. As coisas foram evoluindo ao ponto de concluirmos esse estágio, e com isso já estamos repovoando junto com o Aquiflora reservatórios do estado. No sentido comercial, nosso próximo desafio é dominar o processo de engorda em cativeiro", explica.

O projeto Aquiflora é executado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Sócio-Ambiental (ABDA), com Patrocínio da Petrobras - selo Petrobras Ambiental e Governo Federal.

Por: Riccardo Carvalho - Jornalista profissional - MTE: 1.616 SRTE/RN

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Técnicos analisam crescimento de pitus na Fazenda Lawrence


Técnicos avaliaram peso e tamanho dos animais
Aproximadamente 2,7 mil pitus juvenis que estão sendo cultivados na Fazenda Lawrence, parceira do Aquiflora, foram avaliados pela equipe técnica do Projeto. A análise, que inclui pesagem, medida e seleção de matrizes e reprodutores do crustáceo, faz parte do trabalho da equipe que acompanha o desenvolvimento do camarão em cativeiro para posterior reposição dos estoques na natureza. A biometria foi realizada nessa terça-feira (7), após a despesca de quatro viveiros.

Os animais analisados têm portes de juvenil a adulto e foram classificados em pequenos, com peso entre 8g e 10g (1,7 mil unidades); médios, com variação entre 10g e 20g (cerca de 700 unidades); e grandes, com até 35g (300 unidades). Entre os que tiveram melhor desenvolvimento, foram selecionados 15 machos e 16 fêmeas adultas. Destas, seis já ovadas, para manutenção do plantel da Larvi, o laboratório que fornece pós-larvas do camarão para o Projeto Aquiflora.


Os demais pitus foram repostos nos viveiros para crescimento. No dia 15 deste mês, será realizada a despesca de outro viveiro. Este, com mil pitus, foi povoado com pós-larvas de aproximadamente 0,5g há três meses. No dia 23, seis mil novas pós-larvas serão recebidas na fazenda. Cerca de 1,5 mil serão cultivadas para soltura no Rio do Carmo, em Upanema. 

Os pitus menores permanecerão nos viveiros até que possam ser selecionados para o plantel ou repovoamento

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Pitus criados em cativeiro são avaliados pela equipe do Aquiflora

Pitus foram pesados e medidos
A equipe técnica do Projeto Aquiflora acompanha o desenvolvimento do terceiro lote de camarões Pitu em cativeiro. Os animais estão sendo criados na fazenda Lawrence, no município de Brejinho, para onde foram levados em fase de pós-larva, no mês de julho. Nessa segunda-feira (9), os carcinos passaram por uma biometria, tendo pesos e tamanhos avaliados

De acordo com a zootecnista Maize Pinheiro, os exemplares pertencentes a este lote possuem tamanhos que variam de 3,7 cm a 5,4 cm e peso entre 0,33 g e 0,85 g, medidas consideradas boas para o crescimento fora de seu habitat natural. Esse lote já foi produzido a partir de matrizes e reprodutores criados em cativeiro na própria Fazenda Lawrence e o objetivo da equipe técnica agora é avaliar o desenvolvimento do Pitu a partir da alimentação que está sendo utilizada.

A previsão é de que novos reprodutores e matrizes possam ser colhidos a partir desse grupo para dar continuidade ao trabalho. Vale lembrar que o principal objetivo do desenvolvimento do carcino é auxiliar o repovoamento de ambientes como o Rio do Carmo, no médio Oeste, onde a espécie é ameaçada de extinção. 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Novo lote de camarão Pitu terá desenvolvimento monitorado pelo Aquiflora

Laboratório parceiro enviou mil exemplares de pós-larvas do animal, que receberão alimentação especial durante 60 dias e serão observadas por técnicos do Projeto.

José Salim leva as pós-larvas de Pitu para as caixas onde os animais permanecerão por 60 dias

O Projeto Aquiflora recebeu da Larvi Aquicultura Ltda o terceiro lote de pós-larvas do Camarão Pitu para crescimento no Núcleo de Reprodução do Pitu na Fazenda Lawrence, em Brejinho/RN. O envio de mil exemplares do animal, com 15 dias de nascidos e média de 1 cm de comprimento foi realizado nessa quinta-feira (18).

Pitus receberão alimentação especial
As pós-larvas do animal foram distribuídas em nove caixas de 2 mil litros e passarão 60 dias submetidos a uma dieta especial que inclui artêmia e ração de camarão. O experimento tem a finalidade de avaliar qual a melhor formulação alimentar, utilizando produtos ofertados no mercado especializado.

De acordo com o professor José Salim, coordenador do Projeto, a dificuldade em conhecer o melhor tipo de alimentação para o carcino se dá porque os pitus são camarões selvagens, ainda no início do processo de domesticação. Vale lembrar que o trabalho do Aquiflora para tal, tem como objetivo alcançar a garantia do ciclo completo de reprodução do pitu de forma controlada em laboratório e a nutrição é um fator importante a ser definido.

O experimento é orientado e supervisionado pela professora Karina Ribeiro, que é estudiosa do Pitu, pesquisadora e docente do Curso de Aquicultura da Escola Agrícola de Jundiaí, vinculada à UFRN. 

terça-feira, 11 de junho de 2013

ABDA apresenta experiência de reprodução de Pitu em cativeiro e de nova variedade de tilápia durante a Fenacam


Fenacam | Edição 2013
A Agência Brasileira de Desenvolvimento Ambiental (ABDA) participa esta semana da 10ª edição da Feira Nacional do Camarão (Fenacam). Na ocasião serão apresentadas as ações realizadas pelo Projeto Aquiflora para a produção de camarão Pitu em cativeiro e os resultados do Projeto Policam, que desenvolveu uma nova variedade de tilápia. A Feira começou nessa segunda-feira (10) e se estende até a próxima quinta-feira (13). As experiências da ABDA/Aquiflora/Policam/ serão apresentadas no estande do Governo do Estado, com exposição da tilápia Lawrence e do camarão Pitu em aquários.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Aquiflora acompanha desenvolvimento de Pitus na Fazenda Lawrence


Técnicos separaram animais para acasalamento 
A equipe técnica do Aquiflora visitou a fazenda Lawrence, no município de Brejinho,  para acompanhar o desenvolvimento dos Pitus que estão sendo criados em cativeiro. A avaliação do trabalho foi feita nessa terça-feira (4) e foi coordenada pelos professores da UFRN, David Borges e Karina Ribeiro, parceiros do projeto.